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Atualizado às: 29 de agosto, 2004 - 08h38 GMT (05h38 Brasília)
 
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Americanos voltam a enfrentar xiitas em Bagdá
 
Depois de semanas de combates, a calma voltou ao templo do Imam Ali, Najaf
Depois de semanas de combates, a calma voltou ao templo do Imam Ali, Najaf
Tropas americanas voltaram a enfrentar, neste domingo, milícias xiitas leais ao clérigo Moqtada Al Sadr em Sadr City, bairro na capital iraquiana.

Segundo o canal de televisão árabe, Al Jazeera, sete pessoas já morreram nesse último enfrentamento.

No sábado, na cidade de Faluja, de maioria sunita a oeste de Bagdá, os confrontos entre americanos e xiitas também voltaram a ocorrer.

Aeronaves e tanques americanos atacaram alvos na área durante batalhas entre forças lideradas pelos Estados Unidos e insurgentes iraquianos.

Os militares americanos afirmam que um grande incêndio na cidade seria resultado de um ataque a um depósito de armas iraquiano.

Há informações de que casas teriam sido destruídas e várias pessoas teriam morrido.

Os americanos bombardearam Faluja várias vezes neste ano. Mas, segundo o correspondente da BBC em Bagdá, os últimos combates parecem mais violentos que o normal.

Em Baqouba, nordeste de Bagdá, seis policiais foram mortos e várias pessoas ficaram feridas quando atiradores atacaram em um posto de fiscalização.

Modelo de paz

Apesar dos últimos episódios de violência, o secretário de Estado do governo interino iraquiano, Qassem Daoud, disse que a experiência vivida no desarmamento de Najaf deve ser usada como modelo para a paz em todo o Iraque.

Daoud falou depois de fazer uma inspeção nos danos em Najaf, que foi palco de três semanas de combate entre seguidores do clérigo xiita Moqtada Al Sadr e forças lideradas pelos Estados Unidos.

O ministro liderou uma delegação ministerial a Najaf para agradecer ao líder espiritual xiita, Aiatolá Ali Sistani, por implantar seu plano de paz negociando a saída dos seguidores de Moqtada al Sadr da cidade e a deposição de suas armas.

Clérigos que estavam junto com Sistani afirmaram que a luta armada não é o caminho para protestar contra as forças americanas no Iraque.

Mas um deles, o xeque Ali Najafi, disse que as soluções pacíficas poderão ficar mais difíceis caso as forças americanas permaneçam por muito tempo no país.

 
 
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