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Atualizado às: 23 de junho, 2008 - 13h53 GMT (10h53 Brasília)
 
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Em Israel, Sarkozy pede fim de expansão de assentamentos
 
RONEN ZVULUN/AFP/Getty Images
Sarkozy pediu para Israel correr riscos pela paz
O presidente francês, Nicolas Sarkozy, pediu a parlamentares israelenses, nesta segunda-feira, o fim da construção de novos assentamentos judaicos nos territórios palestinos.

Em um discurso no Knesset, o Parlamento de Israel, Sarkozy disse que sem o congelamento das construções não poderá haver paz no Oriente Médio e pediu que Israel "corra riscos pela paz".

"Existe uma proposta, apoiada por vários membros do Knesset, para a aprovação de uma lei que estimularia a saída dos colonos da Cisjordânia por meio de compensação e realojamento em Israel", disse o presidente, na primeira visita de Estado da França ao país em 12 anos.

Israel tem levado adiante a construção de centenas de novas casas na Cisjordânia, causando revolta entre os palestinos e provocando críticas da comunidade internacional.

Durante seu discurso, Sarkozy também afirmou que a França não aceitaria um Irã armado de artefatos nucleares.

Depois do encontro com autoridades israelenses, o presidente francês deve ser reunir com líderes palestinos. Na terça-feira, ele deve se reunir com o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas.

Chegada

Sarkozy foi recebido no domingo, no aeroporto Bem Gurion, em Tel Aviv, pelo primeiro-ministro Ehud Olmert e pelo presidente Shimon Peres.

Na chegada, ele afirmou que "sempre foi e sempre será amigo de Israel".

"Um acordo é possível, amanhã, e esse acordo permitirá que os dois povos vivam lado a lado em paz e segurança”, afirmou o presidente.

"Estou mais convencido do que nunca de que a segurança de Israel será realmente garantida com o nascimento de um segundo Estado, o Estado Palestino", disse.

Alguns correspondentes em Israel afirmam que a admiração de Sarkozy por Israel contrasta com a postura de seu predecessor, Jacques Chirac, que era amplamente visto como pró-árabe.

Do aeroporto, o presidente seguiu, ao lado da esposa, Carla Bruni, para Jerusalém, onde teve uma reunião com Peres e jantou com o premiê Ehud Olmert.

Antes de o presidente discursar no Parlamento nesta segunda-feira, Sarkozy e Bruni visitaram o memorial do Holocausto Yad Vashem.

 
 
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