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Atualizado às: 24 de abril, 2008 - 05h00 GMT (02h00 Brasília)
 
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Falta de combustível em Gaza interrompe ajuda da ONU; assista
 
Caminhões com combustível para Gaza em posto de controle
Israel suspendeu fornecimento de combustível para Gaza
A Organização das Nações Unidas (ONU) disse que terá de suspender o trabalho humanitário em Gaza por causa do boicote israelense, que impede o fornecimento de combustível ao território.

A agência da ONU para os refugiados palestinos (UNRWA, na sigla em inglês) disse que o estoque de combustível para seus veículos no território terá chegado ao fim nesta quinta-feira.

"A não ser que seja permitido o ingresso de combustível, a UNRWA (sigla em inglês da agência da ONU para os refugiados palestinos) irá interromper a ajuda alimentar a 650 mil refugiados, assim como os serviços de coleta de lixo, que beneficiam meio milhão de pessoas em Gaza", disse a subsecretária-geral de Assuntos Políticos da ONU, Angela Kane, em uma reunião do Conselho de Segurança nesta quarta-feira.

A reunião do Conselho de Segurança, em Nova York, foi convocada para discutir a crise em Gaza.

Polêmica

O governo israelense suspendeu a passagem de combustível para o território palestino como forma de forçar o Hamas, grupo islâmico que controla a Faixa de Gaza, a interromper o lançamento de foguetes contra Israel.

Nesta quarta-feira, no entanto, o governo israelense permitiu a entrega de combustível para a principal usina de energia da Faixa de Gaza, que corria o risco de parar por causa do bloqueio, deixando uma vasta parte do território no escuro.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse que a situação humanitária em Gaza é calamitosa e classificou a interrupção no fornecimento de combustível de "punitiva' e "inaceitável".

Durante a reunião do Conselho de Segurança, uma declaração do embaixador da Líbia na ONU, Giadalla Ettalhi, provocou polêmica.

Ettalhi comparou a situação em Gaza à dos campos de concentração nazistas durante a Segunda Guerra Mundial.

Após essas declarações, vários diplomatas, entre eles os representantes dos Estados Unidos, da Grã-Bretanha, da França e da Bélgica, se retiraram da reunião em protesto.

 
 
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