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Atualizado às: 24 de março, 2008 - 17h45 GMT (14h45 Brasília)
 
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JP Morgan quintuplica oferta pelo Bear Stearns
 
JP Morgan Chase
Após anúncio, ações do JP Morgan se valorizaram em mais de 2%
O banco de investimentos americano JP Morgan Chase aumentou de U$ 236 milhões para US$ 1,19 bilhão o valor da oferta de compra que havia feito ao concorrente Bear Stearns há 15 dias.

Em vez de US$ 2, o banco passou a oferecer US$ 10 por ação, em meio a críticas de acionistas do Bear Stearns que consideraram a proposta inicial muito baixa.

Apesar de cinco vezes maior, a oferta pelo Bear Stearns ainda representa uma fração do valor pelo qual o banco era avaliado no ano passado, antes de passar por uma crise de confiança.

O Bear Stearns foi uma das vítimas da crise no setor imobiliário americano, que dificultou a tomada de empréstimos para bancos que tinham grande exposição às chamadas dívidas podres.

Bolsa

O anúncio da nova oferta provocou um impacto positivo na Bolsa de Nova York. Por volta das 14h25 (horário de Brasília), o índice Dow Jones registrava alta de 1,99%, e o Nasdaq subia 3,35%.

As ações do Bear Stearns, que tinham despencado em meio à crise, passaram a ser negociadas pelo dobro do preço, e as ações do próprio JP Morgan Chase se valorizaram em mais de 2%.

Os conselhos de diretores dos dois bancos aprovaram o acordo com a oferta melhorada, segundo uma nota conjunta divulgada logo após a abertura dos mercados financeiros.

Em um comunicado à parte, o Federal Reserve (banco central americano) anunciou que vai reduzir de US$ 30 bilhões para US$ 29 bilhões a sua participação na operação de compra.

Como parte das medidas do governo americano para tentar diminuir os problemas causados pela crise das hipotecas e afastar a ameaça de uma recessão, o BC americano ofereceu financiamento para a compra do Bear Stearns.

O JP Morgan disse aceitar a mudança nas garantias do Fed e se comprometeu a entrar com US$ 1 bilhão para financiar eventuais perdas do banco.

Os problemas do Bear Stearns se agravaram na semana passada, quando outros bancos se recusaram a emprestar dinheiro por causa dos temores de que a instituição tinha muitas dívidas podres.

 
 
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