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Davos será palco para tentativa de resgatar Rodada Doha
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O Fórum Econômico Mundial deverá servir como palco para mais uma tentativa de resgatar as negociações da Rodada Doha para
a liberalização do comércio mundial, paralisada pelos impasses entre Estados Unidos, Europa e países em desenvolvimento.
O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, que participa das negociações como um dos representantes dos países em desenvolvimento, terá a oportunidade de se reunir em Davos com outros participantes das negociações, como o comissário europeu para o Comércio, Peter Mandelson, a secretária de Comércio americana, Susan Schwab, e o ministro de Comércio e Indústria da Índia, Kamal Nath, além do diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Pascal Lamy. Os cinco participam de uma mesa de discussões no sábado sobre “As Ameaças ao Sistema Global de Comércio”, mas devem aproveitar a oportunidade para se reunir novamente em busca de algum avanço nas negociações, que se arrastam desde 2001. Abertura A Rodada Doha da OMC tem como objetivo levar a uma abertura comercial mundial que possa ajudar a aumentar o intercâmbio entre os países. Brasil e Índia participam da negociações como representantes do grupo de países em desenvolvimento conhecido como G20, que defende o fim dos subsídios agrícolas e das taxas de importação a produtos agrícolas pelos países desenvolvidos. Os países ricos, por sua vez, querem em contrapartida uma abertura dos mercados nos países em desenvolvimento para serviços e produtos industrializados. No fim do ano passado, após um encontro do G20 em Genebra, Celso Amorim disse ainda acreditar na possibilidade de sucesso nas negociações da Rodada Doha. O encontro anual do Fórum Econômico Mundial começa nesta quarta-feira e deverá reunir na cidade de Davos, na Suíça, mais de 2.500 participantes de 88 países. A maioria dos participantes é formada por empresários, mas a reunião também contará com a presença de 27 chefes de Estado e 113 ministros. |
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