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Atualizado às: 11 de dezembro, 2007 - 09h10 GMT (07h10 Brasília)
 
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Cuba anuncia que vai assinar acordos de direitos humanos
 
Chanceler cubano, Pérez Roque, em entrevista coletiva em Havana
Chanceler cubano disse que acordos serão assinados em 2008
O governo cubano assinará dois importantes acordos internacionais de direitos humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), anunciou o ministro cubano das Relações Exteriores, Felipe Pérez Roque.

Segundo o ministro, Havana assinará no início de 2008 o Pacto Internacional de Direitos Humanos, Sociais e Culturais, e o de Direitos Civis e Políticos, ambos no contexto da Carta Internacional dos Direitos Humanos.

Os compromissos internacionais consagram a liberdade de expressão e associação, e diversos direitos, como o de viajar ao exterior.

"Esta decisão reflete nosso desejo de cooperação total com a ONU, na base do respeito à nossa soberania nacional e o direito do povo cubano à autodeterminação", declarou Pérez Roque, em uma entrevista coletiva.

No momento em que o ministro falava, seguidores do governo intimidavam um grupo de manifestantes que pedia por mais liberdade. Os manifestantes foram ameaçados e sofreram empurrões, até que o protesto foi dissolvido.

Ao mesmo tempo, as Damas de Branco, esposas e mães de presos políticos, realizaram um protesto inédito em frente ao Parlamento cubano, e fizeram uma passeata pela libertação imediata de seus familiares.

'Primeiro passo'

Dissidentes cubanos protestam em Havana
Dissidentes protestaram para marcar data internacional

Segundo o correspondente da BBC em Havana Michael Voss, fontes diplomáticas descreveram o anúncio da assinatura dos acordos como "um primeiro passo importante" no que poderia ser uma abertura do regime comunista cubano.

Mas o correspondente observou que existem expectativas sobre como o regime reconhecerá os direitos estabelecidos nos dois pactos. Cuba acusa os dissidentes de serem "mercenários" dos Estados Unidos.

Na terça-feira, 10 de dezembro, a ONU comemorou os 59 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que também faz parte da Carta da ONU. Para o chanceler cubano, Pérez Roque, Cuba festejou a data "de cabeça erguida".

 
 
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