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Atualizado às: 25 de julho, 2007 - 14h13 GMT (11h13 Brasília)
 
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Diminui o apoio de muçulmanos a atentados suicidas, diz pesquisa
 
Um ataque suicida no Paquistão (Foto Arquivo)
Em geral a aceitação de táticas suicidas registrou queda
O apoio a ataques suicidas contra civis caiu drasticamente em todo o mundo muçulmano desde 2002, segundo uma grande pesquisa de um instituto americano.

A Pesquisa Global de Tendências e Opiniões do Centro de Pesquisas Pew, nos Estados Unidos, entrevistou 45 mil pessoas em 47 países.

Entre os palestinos consultados, 70% afirmaram que acreditam que este tipo de ataque é justificável em algumas ocasiões.

A pesquisa também apurou que existe otimismo em países pobres, que acreditam que a próxima geração terá uma vida melhor.

Os resultados sugerem ainda que as pessoas enxergam os Estados Unidos como o país mais simpático do mundo, mas, ao mesmo tempo, o país mais temido.

Tensão

Em Bangladesh, Líbano, Jordânia, Paquistão e Indonésia, a proporção de muçulmanos que apóiam ataques suicidas caiu pela metade, ou mais, desde 2002.

O Líbano foi o país que registrou maior queda de aprovação. Em 2002 a proporção de muçulmanos que aprovavam esse tipo de ataque era de 74%. Em 2007, o índice ficou em 34%.

Mas em áreas de conflito os resultados são diferentes - 70% dos palestinos afirmaram que ataques suicidas contra civis são justificáveis em algumas ocasiões. O centro de Pesquisa Pew não coletou opiniões entre os palestinos em 2002.

O apoio de muçulmanos a Osama Bin Laden também está caindo, de acordo com os resultados da pesquisa. Na Jordânia apenas 20% expressam alguma ou muita confiança em Bin Laden, uma queda de 56% do índice registrado há quatro anos.

Mas a pesquisa também descobriu uma grande preocupação entre muçulmanos: que a tensão entre sunitas e xiitas não estejam restritas ao Iraque e representem um problema crescente para o mundo muçulmano.

A pesquisa também sugere que à medida que os países e famílias ficam mais ricos, o otimismo aumenta, além do apoio aos governos.

Na América Latina, a pesquisa indicou que, apesar do sucesso eleitoral de uma nova geração de líderes de esquerda, a maioria dos que responderam aos questionários acredita que as pessoas vivem melhor em uma economia de mercado.

 
 
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