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Atualizado às: 07 de fevereiro, 2007 - 10h41 GMT (08h41 Brasília)
 
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Brasil fica em 37º em ranking que prevê ganhos salariais em 2007
 

 
 
Consultoria prevê aumento de 1,4% no País em 2007
Um estudo da consultoria ECA International prevê que o aumento do rendimento médio real no Brasil em 2007 fique entre os mais baixos em uma comparação entre 45 países.

Segundo a Pesquisa de Tendências Salariais 2006/2007, com ganhos de 1,4%, em média, o Brasil ficará em 37º lugar no ranking liderado pela Índia.

Entre os 10 países que devem ter o maior aumento real de renda, segundo a consultoria, sete ficam na Ásia.

A previsão representa uma piora expressiva no quadro verificado em 2006, quando o Brasil ficou em sexto lugar no levantamento, com média de reajuste real – em que se desconta o valor da inflação – de 3,4%.

Para elaborar a pesquisa, a consultoria compilou informações de empresas nacionais e internacionais sobre os reajustes concedidos em 2006 a seus funcionários e a previsão de aumentos para 2007.

Inflação em queda

Segundo um porta-voz da consultoria em Londres, a redução da inflação no Brasil em 2006 (que ficou em 3,14%, pelo IPCA, contra 5,69% em 2005) explica, em parte, a queda brusca na posição do ranking e também a perspectiva de menores aumentos em 2007.

"Como também se espera uma inflação menor em 2007, as empresas estão prevendo reajustes consideravelmente mais baixos neste ano", disse o porta-voz.

Na Ásia, apesar de o relatório também apontar inflação baixa em boa parte dos países pesquisados, outros fatores pressionam empresas a concederem aumentos mais expressivos, como "o forte crescimento econômico e a escassez de talentos, principalmente no nível gerencial", segundo o porta-voz.

Na Índia, país que lidera o ranking, o aumento real neste ano deverá ser de 7%, segundo a previsão da consultoria.

Em segundo lugar, está a Malásia e, em terceiro, a China, ambos com reajuste real médio de 6% previsto para 2007.

Os trabalhadores argentinos das empresas pesquisadas terão, segundo o levantamento, o menor aumento na renda entre os 45 países, com ganho real de 1%.

Nos Estados Unidos, esse percentual deve ficar em 1,1%.

 
 
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