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Atualizado às: 30 de novembro, 2004 - 08h08 GMT (06h08 Brasília)
 
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ONG afirma que saúde piorou no Iraque pós-Saddam
 
Funcionários do Crescente Vermelho no Iraque
Organizações de ajuda enfrentam dificuldades no Iraque
O sistema de saúde no Iraque hoje está em situação pior do que antes do início da invasão liderada pelos Estados Unidos no país, de acordo com a Medac, uma ONG médica britânca.

Segundo a entidade, que monitora o estado da saúde em países que acabaram de enfrentar conflitos, 12% dos hospitais do Iraque foram danificados e os dois principais laboratórios públicos foram destruídos durante a guerra.

A ONG afirma que muitas crianças recém-nascidas estão morrendo porque suas mães não recebem atendimento qualificado durante o parto ou não conseguem levar os bebês a um hospital em caso de complicações.

Os índices de mortalidade em geral são elevados, segundo a organização, e doenças que podem prevenidas, como a diarréia, estão em alta.

Também é alta a incidência de problemas respiratórios e doenças não infecciosas, como enfermidades cardíacas e derrames.

Culpa

A ONG também destacou que hoje há bastante preocupação com respeito a doenças mentais no país.

O relatório foi elaborado com base principalmente em relatos prestados por testemunhas oculares do que está acontecendo no Iraque.

“Sentimos que a saúde do povo iraquiano neste momento está em declínio por uma variedade de motivos”, disse Jane Salvage, uma das autoras da investigação.

Em sua opinião, os grupos que assumiram o comando do país após a deposição de Saddam Hussein devem assumir pelo menos parte da responsabilidade por isso.

“Houve falhas por parte das autoridades da coalizão (liderada pelos Estados Unidos), e depois do governo interino e seus aliados, para realmente prover uma coordenação efetiva dos esforços de ajuda”, disse Salvage.

“Algumas organizações que estão operando no Iraque têm estado preocupadas com o que elas vêem como, na prática, a militarização da atividade humanitária.”

O relatório aponta como um problema adicional o fato de que, devido à violência vigente em várias partes do país, muita gente sente medo de sair de casa para procurar atendimento médico.

 
 
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