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Atualizado às: 25 de maio, 2007 - 17h44 GMT (14h44 Brasília)
 
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Clérigo radical xiita reaparece em público no Iraque
 
Moqtada Sadr
Sadr exigiu, durante as preces, que os EUA deixem o Iraque
O clérigo xiita radical Moqtada Sadr reapareceu em público no Iraque pela primeira vez em meses. Em um sermão, na cidade de Kufa, ele criticou os Estados Unidos e a ocupação do país.

Um assessor de Sadr disse à BBC que o clérigo havia deixado o Iraque por uma questão de segurança pessoal e que viajou pela região, incluindo uma visita ao Irã. Ele não disse quais os motivos que teriam levado o clérigo a retornar ao país.

Há rumores de que Sadr teria voltado para comandar a sua milícia, o Exército de Mehdi, que estaria se fragmentando.

Moqtada Sadr, 33 anos, exigiu, durante as preces, que o Exército americano deixe o Iraque.

O clérigo comandou as preces em uma mesquita com a presença de seis mil fiéis, cantando: "Não, não ao Satã. Não, não aos Estados Unidos. Não, não à ocupação. Não, não a Israel".

Mas Sadr pediu que os fiéis usassem meios pacíficos de oposição. O Exército de Mehdi foi responsável por ataques fatais no país e se tornou alvo das forças de segurança.

Pressão

Durante o período em que se manteve afastado, Sadr retirou do governo iraquiano seis ministros leais a ele com o objetivo de pressionar o primeiro-ministro do país, Nouri Maliki, a estabelecer um plano de retirada das tropas americanas.

Uma figura nacionalista e populista, Sadr se tornou muito popular entre muçulmanos xiitas no Iraque.

Segundo seu assessor, ele tem uma agenda política para o país que inclui "corrigir o caminho do atual governo".

O repórter da BBC Rob Watson diz que o clérigo se tornou uma das figuras mais importantes no cenário político e sectário do país.

Enquanto isso, fontes britânicas afirmaram que o líder do Exército de Mehdi em Basra foi morto por soldados iraquianos.

No entanto, uma fonte próxima ao Exército de Mehdi acusou soldados britânicos de terem matado o líder. Foi dessa mesma forma que noticiaram canais de televisão árabes.

Abu Qadir, também conhecido como Wissam Waili, 23 anos, era procurado por tráfico de armas, roubo, financiamento ilegal de milícias e ataques a forças britânicas, segundo informou o Exército da Grã-Bretanha.

 
 
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