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Atualizado às: 15 de maio, 2007 - 01h22 GMT (22h22 Brasília)
 
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Wolfowitz 'violou as normas' do Bird, dizem diretores
 
O presidente do Banco Mundial, Paul Wolfowitz
Reunião nesta terça-feira vai discutir futuro de Wolfowitz no Bird
Um painel de executivos do Banco Mundial (Bird) concluiu nesta segunda-feira que o presidente da instituição, Paul Wolfowitz, violou as normas do banco ao participar da promoção e da transferência de sua namorada, que trabalhava no Bird até setembro de 2005.

A comissão especial considerou que há uma "crise de liderança" e que o comitê executivo - que se reúne nesta terça-feira, com a presença de Wolfowitz, para discutir seu futuro - deverá avaliar se ele ainda é capaz de comandar a instituição de maneira eficaz.

O comitê executivo, composto por 24 membros, tem o poder de demitir o presidente, mas poderá também optar por apenas repreendê-lo.

Segundo o correspondente da BBC James Westhead, em Washington, a situação não parece favorável para Wolfowitz e o tom do painel sugere que o presidente deverá enfrentar pelo menos algum tipo de censura.

A namorada de Wolfowitz, Shaha Riza, foi transferida para o Departamento de Estado americano pouco após ele assumir a presidência do Bird.

Com a transferência, ela teria recebido um elevado aumento, de US$ 61 mil, e teria passado a receber um salário anual de mais de US$ 193 mil.

Antes da divulgação do relatório da reunião desta segunda-feira, o painel especial de diretores do banco já havia afirmado que Wolfowitz causou um "conflito de interesses" na instituição.

Segundo o painel, Wolfowitz quebrou o código de conduta do banco e violou os termos de seu contrato.

Wolfowitz já pediu desculpas pelo episódio e vem se negando a renunciar. Ele tem o apoio de diversos integrantes do alto escalão do governo de George W. Bush, inclusive do vice-presidente, Dick Cheney.

No entanto, o presidente do Bird não tem tanta popularidade entre os governos da Europa, que têm posições-chave no comitê executivo do banco.

 
 
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