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Atualizado às: 15 de junho, 2006 - 17h18 GMT (14h18 Brasília)
 
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Khamenei: 'Irã não se curvará a pressões do Ocidente'
 
Aiatolá Ali Khamenei
Khamenei diz que energia nuclear é seu objetivo primordial
O Irã não vai se curvar à pressão do Ocidente sobre o seu programa nuclear, disse nesta quinta-feira o líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei, de acordo com a mídia estatal iraniana.

A declaração de Khamenei é feita em um momento em que as divergências sobre as ambições nucleares do país são discutidas na Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).

Mas o embaixador do Irã junto à AIEA, Ali Asghar Soltanieh, disse que seu país está analisando seriamente uma proposta formulada para persuadir o Irã a suspender sua operação de enriquecimento de urânio, de acordo com a agência de notícias Reuters.

Soltanieh afirmou que o Irã espera uma "solução amigável" para a disputa.

Ele advertiu, contudo, contra a "linguagem da ameaça", e disse que seu país só vai negociar sem pré-condições.

Proposta

O conjunto de medidas apresentadas ao Irã foram formuladas por Estados Unidos, França, Alemanha, Rússia e China.

O Irã insiste que o seu programa nuclear é totalmente pacífico e tem o objetivo de anteder às suas necessidades energéticas, mas os Estados Unidos e outras potências suspeitam que o país deseja se capacitar para desenvolver armas nucleares.

Khamenei disse que o Irã vai continuar a enriquecer urânio, um de seus principais objetivos científicos.

"A República Islâmica do Irã não vai sucumbir a estas pressões e considera a continuação (de seu programa nuclear) um objetivo primordial."

Energia nuclear é mais importante para o Irã do que a prospecção de petróleo, ele acrescentou. O petróleo representa 80% das arrecadações de moeda estrangeira do Irã.

A AIEA está discutindo no momento dois relatórios de seu diretor, Mohammad ElBaradei, que dizem que o Irã continua a obstruir suas investigações sobre as intenções nucleares do país e se recusa a interromper suas operações de enriquecimento de urânio.

 
 
Irã
Reação gera raro otimismo sobre a crise nuclear.
 
 
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