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Atualizado às: 13 de junho, 2006 - 00h58 GMT (21h58 Brasília)
 
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Americano ganha direito de contestar morte por injeção letal
 
Clarence Hill
Hill é acusado de ter matado um policial na Florida em 1983
A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu que um prisioneiro da Florida, condenado à pena de morte, tem o direito de entrar com recurso contra o método da sua execução.

Os advogados de Clarence Hill alegam que estudos médicos indicam que a morte por injeção letal é cruel, causando dor, e uma punição incomum, o que é proibido pela Constituição americana.

A decisão judicial abre caminho para uma batalha sobre o futuro das injeções químicas.

O método é usado por quase todos os Estados americanos que têm pena de morte.

Enquanto isso, no Tennessee, a Suprema Corte permitiu que um prisioneiro condenado à morte pudesse utilizar testes de DNA para provar sua inocência – na época que cometeu o crime, há 20 anos, essa tecnologia ainda não estava disponível.

Paul House alega ser inocente da acusação de assassinato de uma jovem em 1985.

 
 
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