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Atualizado às: 31 de março, 2006 - 01h07 GMT (22h07 Brasília)
 
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Resultados finais dão 29 assentos ao Kadima
 
O líder do Kadima, Ehud Olmert, primeiro-ministro em exercício de Israel
Plano do Kadima foi idealizado por Sharon e defendido por Olmert
O Partido Kadima, do primeiro-ministro interino de Israel, Ehud Olmert, venceu as eleições gerais do país, conquistando 29 cadeiras no Parlamento - uma a mais do que inicialmente previsto, de acordo com resultados finais.

Os números foram anunciados depois de contados os votos de um grupo que inclui soldados e pacientes em hospitais, que preencheu suas cédulas na terça-feira, disse a comissão eleitoral.

Cadeiras no Parlamento
Kadima (centro): 29
Trabalhista (centro-esq): 20
Shas (ultra-ortodoxo): 12
Likud (direita): 12
Israel Beitenu (extrema-dir): 11
Partidos árabes: 9
União Nacional/Religiosos: 9
Aposentados: 7
Judaísmo Torá (ultra-ortod): 6
Meretz (esq): 5

O Partido Likud, que vinha liderando o governo israelense, ficou com 12 cadeiras - uma a mais do que se previa na segunda-feira.

O partido esquerdista Meretz também garantiu um assento extra no Parlamento, que tem um total de 120.

Já fora iniciadas conversações informais para uma nova coalizão de governo.

A lista de possíveis parceiros do Kadima - partido fundado há quatro meses por Ariel Sharon, em estado de coma - inclui o Partido Trabalhista, o Meretz e agremiações menores, como as ultra-ortodoxas Shas e Judaísmo Torá, além do grupo que obteve 7 cadeiras defendendo interesses dos aposentados.

Palestinos

O Kadima foi fundado a partir da premissa de que a sobrevivência de Israel a longo prazo depende de proteger a maioria judia e evitar que os árabes palestinos se tornem maioria no futuro.

A demografia foi a motivação para a decisão do primeiro-ministro Ariel Sharon de retirar tropas e colonos da Faixa de Gaza no ano passado e para a promessa eleitoral do Kadima de assumir novos "compromissos territoriais" na Cisjordânia.

A idéia é rejeitada pelo ex-partido do governo, o Likud, que Sharon se viu obrigado a abandonar para criar o Kadima em novembro de 2005.

 
 
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