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Atualizado às: 28 de outubro, 2005 - 04h02 GMT (01h02 Brasília)
 
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Cuba nega que missão americana seja ajuda
 
Havana após a passagem do Wilma
Cem mil pessoas deixaram suas casas em Cuba por causa do Wilma
O presidente cubano, Fidel Castro, confirmou nesta quinta-feira que está disposto a receber a visita de três especialistas do governo americano, mas negou ter pedido ou aceitado ajuda de Washington.

O Departamento de Estado americano havia divulgado que Cuba havia aceitado, pela primeira vez em décadas, uma oferta de ajuda do país. Segundo os EUA, a missão teria o objetivo de avaliar os estragos causados pelo furacão Wilma a fim de eventualmente fornecer ajuda por meio de organizações não-governamentais.

Fidel, por outro lado, diz que a visita seria uma oportunidade para os dois países discutirem idéias de como responder a desastres naturais.

Tanto em Cuba como nos Estados Unidos, o furacão causou destruição e comprometeu o fornecimento de serviços básicos como água e luz, mas, como informa o correspondente da BBC em Havana, Stephen Gibbs, qualquer sugestão de que isso poderia aproximar os dois países parece prematura.

Embargo

Quando o furacão Dennis atingiu Cuba, em julho, o presidente Fidel Castro agradeceu, mas recusou, uma oferta de ajuda em dinheiro feita pelos Estados Unidos.

Após a passagem do furacão Katrina pelo sul dos Estados Unidos, foi a vez do governo cubano oferecer ajuda, dispondo-se a enviar médicos às regiões afetadas, mas a oferta não recebeu uma resposta.

Cerca de 600 mil pessoas tiveram de ser retiradas de suas casas por causa do Wilma.

O furacão também atingiu outras ilhas do Caribe e partes do México e do Estado americano da Flórida.

Cuba e os Estados Unidos não mantêm relações diplomáticas desde 1959, quando Fidel Castro assumiu o poder na ilha sob o comando de um movimento revolucionário.

Os Estados Unidos impõem um rígido embargo econômico contra Cuba por causa das políticas comunistas do governo da ilha.

 
 
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