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Atualizado às: 27 de agosto, 2005 - 16h54 GMT (13h54 Brasília)
 
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Bush pede paciência de americanos com Iraque
 
Grupos pró e contra a guerra protestam no Texas
Grupos pró e contra a guerra protestam no Texas
O presidente dos Estados Unidos, George w. Bush, fez um apelo para que os americanos sejam pacientes com a situação no Iraque e alertou sobre novos sacrifícios no futuro.

"Nossos esforços no Iraque e no Oriente Médio mais amplo vão exigir mais tempo, mais sacrifício e determinação contínua", disse o presidente eu seu discurso semanal no rádio.

O Iraque está realizando longas e difíceis negociações para estabelecer sua constituição.

"Como os fundadores de nossa nação há mais de dois séculos, os iraquianos estão enfrentando questões difíceis, como o papel do governo federal. O que é importante é que os iraquianos estão agora lidando com essas questões através do debate e da discussão, e não com armas", disse Bush.

"Os iraquianos estão trabalhando juntos para construir uma nação livre que contribua para a paz e estabilidade na região, e nós vamos ajudá-los a ter sucesso."

Soldados

Com cerca de 1.900 soldados americanos mortos no Iraque, a pressão cresce para que Bush acabe com a guerra e traga as tropas de volta aos Estados Unidos.

Grupos contra e a favor da guerra protestaram neste sábado no Estado do Texas.

Um grupo chamado "Você não fala por mim Cindy!" realizou uma demonstração contra o grupo anti-guerra liderado pela mãe de um soldado morto no Iraque.

Com sua contínua vigília do lado de fora do rancho do presidente, no Texas, Cindy Sheehan revigorou o movimento contra a guerra, que vinha buscando um símbolo.

Pesquisas de opinião recentes mostraram que mais de 50% dos americanos acham que o conflito no Iraque está indo mal.

Palestinos

Em seu pronunciamento, o presidente também elogiou a recente retirada de assentamentos judaicos da Faixa de Gaza e parte da Cisjordânia.

"As pessoas estão tomando decisões difíceis necessárias para um futuro de segurança e esperança que fará a região e o mundo mais pacíficos", afirmou.

Ele disse que a responsabilidade agora é dos palestinos, que precisam controlar os militantes.

"Os palestinos precisam mostrar ao mundo que vão lutar contra o terrorismo e governar de forma pacífica."

 
 
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