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Atualizado às: 14 de março, 2005 - 02h32 GMT (23h32 Brasília)
 
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China aprova lei que permite uso da força contra Taiwan
 
China
Militares chineses em treinamento: orçamento foi aumentado
O Parlamento chinês aprovou nesta segunda-feira uma nova lei, permitindo que o governo use a força contra Taiwan - caso a ilha se declare independente da China.

Os integrantes do Congresso Nacional do Povo aprovaram a lei anti-secessão por unanimidade durante a sua reunião anual, que ocorre em Pequim.

O primeiro-ministro da China, Wen Jibao, defendeu a aprovação da lei afirmando que ela é essencial para garantir uma "reunificação pacífica na região". "Não se trata de uma lei declarando guerra", disse o premiê chinês.

Taiwan, considerada pela China uma província renegada, já condenou a medida, afirmando que ela comprometerá a estabilidade regional. O mesmo declarou a secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, que pediu para que os dois lados não tentem mudar a situação atual.

Rompimento

Taiwan rompeu com a China em 1949 depois da guerra civil no país e tem uma administração relativamente autônoma. A China insiste que Taiwan faz parte do seu território e várias vezes ameaçou tomá-la à força.

Com a lei, a China pode vir a bombardear Taiwan, se meios pacíficos para uma reunificação falharem.

Segundo um correspondente da BBC na China, a lei não estabelece exatamente o que pode provocar uma ação militar chinesa contra Taiwan.

Na semana passada, a China anunciou um aumento de mais de 12% em seu orçamento de defesa.

Jiang Enzhu, porta-voz do Parlamento, minimizou o significado do aumento, que vai elevar os gastos militares para 247,7 bilhões de yuan (cerca de US$ 29,9 bilhões).

Ele afirmou que o aumento é necessário para melhorar o salário dos soldados e cobrir custos sociais do corte de 200 mil funcionários.

Enzhu adicionou que os gastos de defesa da China eram muito menores do que o de outros grandes centros de poder e negou que o objetivo do país seja usar esse aumento contra Taiwan.

 
 
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