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Atualizado às: 12 de dezembro, 2004 - 07h27 GMT (05h27 Brasília)
 
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Romenos vão às urnas em eleições presidenciais
 
Campanha na Romênia
Primeiro-turno foi marcado por acusações de fraude
Os romenos estão indo às urnas neste domingo no segundo turno das eleições presidenciais.

Os dois candidatos são o primeiro-ministro Adrian Nastase e o prefeito de Bucareste, Traian Basescu.

Nenhum deles conseguiu obter os 50% de votos necessários para vencer no primeiro turno, que aconteceu em 28 de novembro.

A oposição e organizações não-governamentais disseram que a votação foi marcada por "enormes fraudes".

Nastase, um social-democrata, liderou com 41% dos votos, à frente do candidato de centro-direita da oposição, Basescu, que obteve 34%.

Seu partido disse que houve apenas pequenas fraudes e acusou Basescu de denegrir a imagem da Romênia no exterior.

Desta vez, a Comissão Eleitoral, que foi acusada pela oposição de "encobrir irregularidades", concodou em impor regras mais rígidas para prevenir que pessoas votem mais de uma vez.

Três mil observadores vão monitorar a votação.

União Européia

A corrupção e as expectativas de entrada na União Européia em 2007 dominaram as campanhas.

A campanha do premiê Nastase teve a ajuda da conclusão das negociações para a entrada da Romênia no bloco europeu, na quarta-feira.

"Trata-se de um dia histórico para a Romênia", disse o ministro das Relações Exteriores, Mircea Geoana, em Bruxelas.

Nastase lidera as pesquisas de opinião e, de acordo com analistas, apenas um enorme comparecimento às urnas de eleitores urbanos - mais favoráveis à oposição - poderia reverter esse quadro.

Cerca de 18 milhões de romenos têm o direito de votar.

Mas a coalizão Justiça e Aliança da Verdade, de Basescu, disse que a conclusão das negociações foi "prematura", já que a "Romênia não pode cumprir objetivamente as condições estabelecidas pela União Européia".

No acordo, a entrada da Romênia, programada para janeiro de 2007, pode ser adiada por um ano caso o país não cumpra seus comprimissos de realizar reformas, acabar com a corrupção e melhorar a segurança de sua fronteira oriental.

 
 
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