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Atualizado às: 14 de agosto, 2004 - 18h22 GMT (15h22 Brasília)
 
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Vitória sobre o Japão dá confiança, diz técnico do basquete
 

 
 
Janeth
A veterana Janeth é um dos destaques da equipe
O técnico da seleção de basquete feminino do Brasil, Antônio Carlos Barbosa, disse que o placar dilatado da vitória de 128 a 62 sobre o Japão, neste sábado, “dá uma confiança maior para os próximos jogos” da equipe.

“Foi arrasador”, disse ele após a vitória. “Você inicia uma Olimpíada fazendo 128 pontos, que não é um placar fácil hoje, e ainda contra uma equipe que é vice-campeã asiática”.

“Subimos o primeiro de cinco degraus”, disse Janeth, a principal jogadora do time.

“Isso vai dar muito mais garra e força para o jogo contra a Grécia”, disse a veterana.

Grécia

O próximo adversário do Brasil será a Grécia, na segunda-feira. O treinador brasileiro disse que as donas-da-casa vão ser um adversário “mais difícil”, apesar de o Brasil ter ganho os três confrontos recentes contra a Grécia, disputados na ilha de Creta.

Para Janeth, o Brasil vai ter que ter outro estilo de jogo na próxima segunda-feira.

“É uma seleção totalmente diferente da que enfrentamos hoje”, disse Janeth.

“Elas não tem a qualidade de bolas de três pontos como é a escola asiática. Vai ser um jogo mais igual”.

“Por isso, temos que fazer o que fazemos de melhor”, disse Janeth, “que é nossa saída de contra-ataque e aproveitar a altura de nossas pivôs”.

Determinação

Janeth disse que a seleção brasileira superou o Japão por ter entrado em campo “muito mais determinada”.

“Nós ditamos o ritmo do jogo desde o começo, marcamos muito bem e tiramos o principal ponto delas, que é a cesta de três pontos”.

Todas as 12 jogadoras da equipe entraram na quadra e marcaram pontos. As jogadoras Érica, Iziane, Karla e Silvia fizeram uma boa estréia nas Olimpíadas, como comentou Érica.

“Acho que fiz uma boa partida. No começo estava um pouco nervosa. Mas as meninas me incentivaram muito”.

“Nós mostramos na quadra que não foi à toa que abrimos mão das nossas famílias por três meses”, completou a jogadora, referindo-se ao período de treinamento da seleção feminina de basquete para as Olimpíadas.

 
 
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