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Atualizado às: 07 de agosto, 2004 - 09h44 GMT (06h44 Brasília)
 
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Najaf continua em alerta depois de combates
 
Fuzileiros navais americanos
Ações americanas foram criticadas por vice-presidente iraquiano
A situação permanece tensa na cidade xiita de Najaf, no Iraque, onde forças americanas enfrentam milícias há alguns dias.

Um porta-voz do Exército americano disse que 300 simpatizantes do clérigo xiita Moqtada al-Sadr foram mortos - o que foi negado pela milícia de al-Sadr, conhecida como Exército de Mehdi.

O prefeito da cidade disse que a milícia deve sair de Najaf em 24 horas, ou enfrentar os bombardeios americanos.

Segundo o correspondente da BBC em Bagdá, Alaistair Leithead, parece haver poucas chances de a violência diminuir em Najaf.

Combates

Há informações de que dois fuzileiros navais americanos foram mortos nos combates de sexta-feira. Um terceiro americano foi morto por uma granada em Bagdá.

Os últimos combates em Najaf - que abriga o santuário considerado o mais sagrado para os xiitas - foram descritos como os piores desde a trégua de junho.

O acordo de junho pôs fim a dois meses de revolta do Exército de Mehdi contra as forças de coalizão no centro e sul do Iraque.

Moqtada al-Sadr
Clérigo Moqtada al-Sadr classifica EUA como inimigos

O governador da província de Najaf, Adnan al-Zorfi, pediu na sexta-feira que a milícia deixe a cidade em 24 horas, para evitar a continuação da violência.

"Não há compromisso nem espaço para uma nova trégua", disse ele.

Os dois lados culpam um ao outro pelo início da última onda de violência.

Na sexta-feira, helicópteros das forças americanas bombardearam o cemitério Vale da Paz em Najaf, onde a milícia está baseada.

Assessores do clérigo Moqtada al-Sadr pediram ao governo interino que "intervenha para evitar novos ataques americanos".

A milícia acusa as tropas americanas de terem danificado um minarete do santuário mais sagrado de Najaf, o mausoléu do imã Ali.

Ela convocou os muçulmanos da cidade a "pegarem em armas para defender os locais sagrados contra as forças de ocupação".

 
 
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