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Atualizado às: 27 de julho, 2004 - 13h03 GMT (10h03 Brasília)
 
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Sanções 'ameaçam a soberania', diz Sudão
 
Refugiados sudaneses
Milhares de pessoas podem morrer de fome e doenças nos campos de refugiados
O Sudão disse que a possibilidade de a União Européia pedir que a Organização das Nações Unidas (ONU) imponha sanções ao país representaria “uma ameaça à segurança nacional” do país.

A ONU deve discutir a resolução nesta semana. O Sudão é acusado de apoiar milícias que estariam promovendo um genocídio na região de Darfur, no oeste do país.

Mais de um milhão de pessoas foram obrigadas a deixar suas casas e estima-se que cerca de 50 mil já tenham morrido. O governo do Sudão nega o apoio.

Outras milhares podem morrer em campos de refugiados, devido a fome e doenças, a menos que mais ajuda chegue imediatamente, dizem agências humanitárias.

Intervenção

O ministro das Relações Exteriores do Sudão, Najuid al-Khair Abdul Wahab, disse que a pressão européia por sanções seria “uma ameaça à segurança nacional e uma violação de sua soberania”.

Ele também acusou a Alemanha de apoiar os grupos rebeldes em Darfur. O Sudão tenta agora convencer outros membros da ONU a rejeitarem as sanções.

China, Paquistão e Argélia se posicionaram a favor do governo sudanês, mas diplomatas americanos estão confiantes de que a resolução será aprovada.

A União Africana disse que mandaria 300 soldados para a região até o fim de julho, mas até agora existem poucos indícios de que isso vá acontecer.

Os 25 ministros das Relações Exteriores da União Européia disseram nesta segunda-feira que vão pressionar pela adoção de sanções na ONU contra o Sudão se o governo não agir com firmeza para desarmar as milícias árabes.

Também na segunda-feira um alto general britânico, Mike Jackson, disse que a Grã-Bretanha poderia mandar cinco mil tropas de paz para Darfur. O comentário foi rechaçado pelo Sudão como “inaceitável”.

Logo em seguida a Grã-Bretanha disse que a declaração de Jackson não representa a posição oficial do país.

 
 
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