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Atualizado às: 12 de fevereiro, 2004 - 19h43 GMT (17h43 Brasília)
 
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EUA condicionam fim de sanções à Líbia à destruição de armas
 
O subsecretário de Estado americano, John Bolton
Bolton disse que não há 'prazo' para fim das sanções
Os Estados Unidos estão considerando suspender as sanções contra a Líbia, segundo declarações do subsecretário de Estado americano, John Bolton, à agência de notícias Reuters.

Bolton disse à agência que o governo americano poderia acabar com o embargo, vigente desde 1986, mas ressaltou que o momento de fazer isso dependeria da velocidade com que a Líbia vai desmantelar o seu programa de armas de destruição em massa.

"A forma precisa pela qual as várias restrições que se aplicam à Líbia serão removidas é um assunto que nós temos considerado internamente. Nós o discutimos com os líbios e eu acho que nós vamos ver isso se desenrolar", afirmou o subsecretário à Reuters, em visita a Berlim.

Bolton insistiu que não há "cronograma ou prazo" para o fim das sanções.

Reunião em Londres

Representantes dos governos americano e líbio já haviam anunciado o reatamento de laços diplomáticos nesta semana.

O anúncio aconteceu após o encontro entre o ministro do Exterior da Líbia, Mohammed Abdulrahman Shalgam, e o primeiro-ministro britânico, Tony Blair, na primeira visita de um ministro do Exterior do país à Grã-Bretanha em 25 anos.

Durante a visita – que o governo qualificou como ''histórica'' – também foi anunciado que existem planos para que Blair se encontre com o líder líbio Muammar Kadafi.

Tanto o encontro em Londres quanto os sinais de abertura dos Estados Unidos ocorrem depois do anúncio da Líbia de que vai abandonar seus esforços para desenvolver armas de destruição em massa.

A decisão líbia teria se seguido após intensas negociações entre os governos britânico e líbio.

Os Estados Unidos impuseram as sanções contra Trípoli sob alegação de que o país apoiava o terrorismo. A decisão foi tomada no governo de Ronald Reagan depois de atentados contra os aeroportos de Viena e Roma.

 
 
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