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Atualizado às: 21 de novembro, 2003 - 05h50 GMT (03h50 Brasília)
 
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Premiê turco promete agir contra militantes
Vítimas dos atentados em Istambul
As duas explosões deixaram 27 mortos e 450 feridos
 

O primeiro-ministro da Turquia, Recep Tyyip Erdogan, afirmou que vai agir contra os responsáveis pelos ataques a alvos britânicos em Istambul que deixaram pelo menos 27 pessoas mortas e 450 feridos.

Uma das bombas explodiu na entrada do Consulado da Grã-Bretanha, destruindo também prédios próximos. A outra explosão atingiu um prédio do banco HSBC que tem sede em Londres, embora seja originalmente de Hong Kong.

Entre os mortos no consulado, estava o cônsul-geral britânico, Roger Short.

Erdogan disse que os ataques – que o governo turco diz ter sido reivindicado por um grupo ligado à Al-Qaeda – ensanguentaram o Ramadã, o mês sagrado no Islamismo.

"Essas pessoas que ensanguentaram este dia sagrado e massacraram inocentes vão responder por isso nos dois mundos", afirmou o primeiro-mibistro.

Em uma conversa telefônica com o primeiro-ministro Tony Blair, Erdogan prometeu "continuar a luta contra o terrorismo com maior fervor".

O ministro das Relações Exteriores da Grã-Bretanha, Jack Straw, foi enviado a Istambul por Blair, que recebe o presidente americano, George W. Bush, em Londres.

"Essas pessoas estão cheias de ódio, eles são fanáticos", afirmou Straw ao andar pelos destroços deixados pelas bombas.

Vários países, incluindo a Grã-Bretanha e os Estados Unidos, emitiram comunicados recomendando aos seus cidadãos que evitem viajar para a Turquia, a não ser que seja caso de extrema necessidade.

Segundo a agência de notícias Associated Press, autoridades de futebol da Europa cancelaram jogos que seriam disputados no país.

Telefonema

O ministro de Relações Exteriores da Turquia, Abdullah Gul, disse que os ataques desta quinta-feira foram provocados por militantes suicidas e prometeu que o país não ficará passivo diante do "terror".

Um homem telefonou para a agência de notícias semi-oficial Anatolia e disse que os ataques foram realizados pela organização extremista Al-Qaeda e por um grupo militante islâmico da Turquia, o IBDA-C.

No último sábado, outros dois atentados suicidas em Istambul, dirigidos contra alvos judeus, foram atribuídos a mlitantes islâmicos, com possíveis ligações com a Al-Qaeda. Os ataques deixaram 23 mortos.

Um grupo da divisão antiterrorismo da polícia britânica está embarcando em direção a Istambul. O objetivo é identificar vestígios que possam estabelecer a identidade dos autores do atentado e verificar se há conexão com outros ataques.

 
 
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