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Atualizado às: 08 de agosto, 2003 - 05h04 GMT (02h04 Brasília)
 
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Powell condena atentado à embaixada
 
 
 
Todos os mortos no ataque são iraquianos, dizem oficiais jordanianos
Forças americanas chegaram logo ao local da explosão

A explosão de um carro-bomba em frente à embaixada da Jordânia em Bagdá deixou pelo menos 11 mortos nesta quinta-feira.

De acordo com as autoridades jordanianas, todos os mortos eram iraquianos, e mais de 50 pessoas ficaram feridas no atentado. Em meio aos trabalhos no local, a polícia ainda investiga quem foram os responsáveis pelo ataque.

O secretário de Estado americano, Colin Powell, condenou o atentado e disse que o ataque é mais um lembrete para o mundo civilizado de que é preciso acabar com a ameaça do terrorismo.

O ministro da Informação da Jordânia, Nabil Al-Sharif, qualificou o atentado de covarde e afirmou que o ataque apenas reforça a disposição da Jordânia em "ajudar o povo iraquiano".

Projétil

De acordo com diplomatas jordanianos, a explosão foi provocada pelo disparo de um projétil que detonou um carro carregado de explosivos.

Depois da explosão, há notícia de que iraquianos entraram no prédio e destruíram retratos do rei Abdullah 2º, da Jordânia, e de seu pai, o rei Hussein.

O correspondente da BBC em Bagdá, Mike Donkin, disse que a fachada da embaixada foi reduzida a escombros.

Segundo Donkin, alguns fragmentos da explosão foram encontrados a mil metros do prédio.

Ressentimento

De acordo com analistas, muitos iraquianos ainda estão ressentidos com o apoio da Jordânia aos Estados Unidos na guerra contra o Iraque, que provocou a queda do regime de Saddam Hussein.

Também há ressentimento sobre o tratamento dado a trabalhadores iraquianos na Jordânia ao longo dos anos.

Muitos iraquianos acreditam que a Jordânia se beneficiou de petróleo barato, ou mesmo gratuito, dentro do programa Petróleo por Comida – patrocinado pela ONU no Iraque.

Recentemente, a Jordânia deu asilo a duas filhas de Saddam Hussein, que já estavam afastadas do pai.

 
 
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